QUEM
somos

CONCEPÇÃO GLOBAL
PROJECTO INTEGRAL
MOSTRA DE ESPECTÁCULOS
OFICINAS
equipa pedagógica
crianças e adolescentes
luta de cena
formação musical
actores e amadores
ORGANIZAÇÃO
Concepção global do Festival itenerante do 
Teatro da Autenticidade A criação do “Festival Itenerante do Teatro da Autenticidade” vem da ideia de dar a conhecer a “Metodologia do Teatro da Autenticidade. O “Festival Itenerante do Teatro da Autenticidade consiste numa semana de programação. quatro espectáculos e cinco oficinas de diferentes disciplinas teatrais, sob o ponto de vista do Teatro da Autenticidade. Durante uma semana, ocuparemos a vida cultural dos locais onde estivermos. Os quatro espectáculos serão: • A vida da morte • Tosantos • Victor & (and) Viktor • Bufões clássicos clássicos As cinco oficinas serão: • Teatro para crianças • Teatro para adolescentes. • Formação musical e teatro de rua, • Formação corporal e combate cénico • Criação teatral Teatro da Autenticidade.
Projecto integral do 
Teatro da Autenticidade

O Teatro da Autenticidade é uma metodologia teatral, criada por Pepa Díaz-Meco ao longo de mais de trinta anos de experiência no mundo das Artes Cénicas, investigando no âmbito do Teatro Gestual.

Nasce de uma trajectória eclética, combinando o teatro, com a psicoterapia, a medicina chinesa e a educação social.

A ideia geral, é a de criar uma dupla vertente, entre o que significa o “acto teatral” através da pedagogia e da encenação. A mostra de trabalhos é seguramente a melhor forma de observar e entender a metodologia.

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Mostra de espectáculos baseados na metodologia do 
Teatro da Autenticidade Os espectáculos selecionados, são uma mostra de diferentes estilos teatrais levados a cabo em Portugal e em Espanha, desde a mesma metodologia: A vida da morte y Victor & (and) Viktor. Cia de teatro Acho-te Graça (Portugal). Tosantos. Cia Lunátika Atarazana (Sevilla). Bufões clássicos clássicos Cia Colectivo Compañías Teatrales Ibéricas. E, as mostras finais de cada oficina do “Festival Itenerante do Teatro da Autenticidade.
Tosantos • Lunátika Atarazana
A companhia Esta Companhia de Teatro andaluza nasce em Sevilha, no ano de 2002, com a clara intenção de juntar as inquietudes de um grupo heterogéneo de criadores, músicos, actores e actrizes. Baseia o seu trabalho na investigação no campo das Artes Cénicas. Nas suas propostas destaca-se o facto de levar a Cena criações próprias, que nascem do trabalho pessoal e da improvisação dos actores e das actrizes. Trabalharam com Pepa Díaz-Meco em três espectáculos: “Éramos Felices”(2006), “Potaje”(2008) e “Tosantos”(2017).
O espectáculo Tosantatos é a celebração da vida através da morte e a aceitação da morte, através da vida. Este espectáculo nasce da necessidade de liquidar uma dívida, uma conta pendente, com alguém que já não está!... É um espectáculo trabalhado desde o humor e o amor do clown, da acidez do bufão, a textura do melodrama e a travessura do cabaret. É um espectáculo agridôce, triste-alegre, tragicómico, ou como o quiserem chamar. Rir-nos de nós próprios/as, sem medos e sem tabus... “Vivir a boca llena, a corazón abierto, con la piel del alma...” e aprender a dizer adeus, quando os olhos de alguém que amas se fecham para sempre(?).
Ficha técnica Metodologia de criação e encenação: Pepa Díaz-Meco. Interpretação: Beli Cáceres. Música: Marta S. Ortega e Onio Díaz. Guião e Textos: Pepa Díaz-Meco e Beli Cáceres. Iluminación y sonido: Javier Castillo. Desenho gráfico: Aki creaciones e Carlos del Castillo. Cenografia e vestuário: Pepa Díaz-Meco e Lunátika Atarazana. Produção e distribuição: Lunátika Atarazana.
LUNÁTIKA ATARAZANA e PEPA DÍAZ-MECO "Em 2004, a Companhia de Teatro Lunátika Atarazana contactou comigo para a criação e encenação do espectáculo “Éramos Felices”. A experiência foi tão enriquecedora que sempre nos manteve unidas por muitos e diferentes vínculos". "Já em 2016, foi quando Beli Cáceres me desafia para a encenação e criação de “Tosantos”, dá para entender que este projecto vem de longe e que necessitou de tempo para “assentar”. É uma viagem que passou por muitas etapas e que começa quase desde que nos conhecemos. Na realidade, este espectáculo não é só uma homenagem a um ser querido que partiu, mas é um acto de amor no presente, que celebra a vida e a importância de a viver plenamente.". Pepa Díaz-Meco
A vida da morte • Acho-te Graça
A companhia

Nasce em Lisboa, no ano de 2011. É uma Companhia/ Associação composta actualmente, pelo André Janicas, o Vladimiro Cruz, o José Graça e o Carlos Pereira. Foi criada para a apresentação de projectos na área das Artes Cénicas, mas e fundamentalmente, trabalhos Teatrais. Os mais relevantes foram “Guarda-Sopros”(2011), “A Vida da Morte”(2014) e recentemente “Victor &(and) Viktor”(2020). Estes dois últimos desenvolvidos com Pepa Díaz-Meco.

 

O espectáculo

Um bufão morre e com ele o riso, que a dôr do mundo lhe provocou. A mala da sua vida ainda está carregada de momentos que necessitam de sair, para apanhar ar. Porque a morte necessita de colocar tudo no seu lugar e assim, criar o equilíbrio necessário e que com isso nasça um palhaço.

Ficha técnica Metodologia de criação, guião e encenação: Pepa Díaz-Meco Criação: Pepa Díaz-Meco e José Graça Textos y Actor: José Graça Desenho de iluminação: El Duplo Seleção Musical: Pepa Díaz-Meco e José Graça Sonoplastia: João Resende Técnico de luz e som: Vladimiro Cruz Desenho de roupa e adereços: Pepa Díaz-Meco e José Graça Costureira: Jesus Roriz Fotografias: Ricardo Amoedo, Pedro Calado e Clowndestino Design gráfico e de Comunicação: André Janicas Produção: Pepa Díaz-Meco e José Graça 
Victor & (and) Viktor • Acho-te Graça
A companhia

Nasce em Lisboa, no ano de 2011. É uma Companhia/ Associação composta actualmente, pelo André Janicas, o Vladimiro Cruz, o José Graça e o Carlos Pereira. Foi criada para a apresentação de projectos na área das Artes Cénicas, mas e fundamentalmente, trabalhos Teatrais. Os mais relevantes foram “Guarda-Sopros”(2011), “A Vida da Morte”(2014) e recentemente “Victor &(and) Viktor”(2020). Estes dois últimos desenvolvidos com Pepa Díaz-Meco.

 

Processo de trabalho "No verão de 2013, fui convidada pelo Festival de Teatro do Fundão, em Portugal, para dar uma Master Class de Clown, com uma semana de duração. Aí, conheci o José Manuel Graça como aluno. Desde o início mostrou-se muito implicado na minha proposta de trabalho. Nesse mesmo Festival pude ver a Companhia “Acho-te Graça” com o espectáculo “Guarda-Sopros”, de que o José Graça, fazia parte. A humanidade do seu trabalho e a qualidade de actor comoveram-me, e aí surgiu o desejo de começar uma aventura criativa conjunta, dele como actor e de mim, como encenadora". Pepa Díaz-Meco
Este espectáculo ainda não estreou. E, os videos existentes, são de ensaios com público O espectáculo

É um espectáculo que nasce de um outro anterior, que se chamava “Guarda-Sopros”, co-encenado com o João Ricardo que a propósito, escreveu: “...Os velhos são crianças viradas do avesso. Dois homens inventam a alegria dos dias tortos!...”

Ao longo do tempo, fomo-nos dando conta que claramente lhe faltava alguma coisa. Como se o primeiro espectáculo nunca tivesse ficado pronto, ou talvez necessitasse de uma segunda parte.

Procuramos a Pepa Díaz-Meco para fecharmos um novo guião e uma nova encenação.

Uma história sobre o sucesso e o fracasso. A história, são as memórias e como se transporta toda uma vida. Uma história, sobre o caminhar e o caminho. Uma história sobre a amizade!

Ficha técnica Guião e encenação: Pepa Díaz- Meco, partilhada com os autores e actores Carlos Pereira y José Graça. Técnico de luz e som: Vladimiro Cruz. Produção: Acho-te Graça.
Bufones clásicos clásicos • 
Colectivo Companhias Teatrais Ibéricas
A Companhia O Colectivo Compañías Teatrales Ibéricas forma-se em 2020, num impulso de colaboração entre as Companhias “Acho-te Graça” de Lisboa e “Lunática Atarazana” de Sevilha, na sua relação com Pepa Díaz-Meco e “ExpresaMundo”, agora em Malagon/Ciudad Real.
Bufones clássicos clássicos é um espectáculo de criação baseado no estilo do Bufão clássico, ou seja o mais próximo possível da ideia e imagem que temos do Bufão. Aquele que fazia parte da corte do rei e a quem se aceitava poder dizer o que mais ninguém podía. Mas, só se o rei ri-se, ou então esperava-o o cadafalso, caso o rei não aceitasse a sua zombaria. Para se poder manter vivo, a sua inteligência e perspicácia tinham de prevalecer permanentemente.. Interessa-nos o Bufão, porque ele é o espelho da sociedade. Vivemos um tempo onde é difícil dizer abertamente tudo o que se pensa. Assim, não encontamos um melhor modo de poder falar de tudo o que queremos. Este é um tempo em que O Bufão, necessita de ter um lugar. Textos clássicos Neste espectáculo falamos do Teatro e das suas entranhas, e claro, dos clássicos. Escolhemos e selecionámos textos clássicos de diferentes épocas e de muitas nacionalidades. São textos que conhecemos bem e outros, nem tanto. O fio conductor do espectáculo são os próprios textos, que se sucedem orgânicamente, suportando assim a história. Através destas palavras e situações vividas pelos nossos antepassados, aproximamo-nos à nossa história mais recente. Falamos de tudo o que sucede, sem dizer uma única palavra em relação ao que realmente se passa. Porque não vamos ser nós quem o vai dizer, mas sim as palavras que surgiram nos séculos IX, X, XV ou XIX.
O espectáculo
Ficha técnica Actores: Beli Cáceres, Onio Díaz, Carlos Pereira, José Manuel Graça e Pepa Díaz-Meco. Dramaturgia e encenação: Pepa Díaz-Meco. Guarda-roupa: ExpresaMundo.
Formato do espectáculo Com os novos tempos e com as dificuldades que existem, para poder apresentar um espectáculo à italiana num Teatro e com o público tranquilamente sentado na plateia. Encanta-nos a ideia de procurar novas fórmulas e espaços cénicos. É por isso que a nossa proposta vem contada e apresentada numa ou em várias varandas. Tal como os presidentes, reis ou dictadores, faziam os seus discursos ao povo, desde a varanda de um qualquer importante edifício. Nós apresentamo-nos ao público desde a varanda de uma casa. Melhor ainda, se fôr possível, numa praça central. Assim muita gente nos poderá ver e ouvir. Sejam os que o escolheram fazer propositamente, ou os simples transeuntes.
Oficinas. 
Aproximação à metodologia do 
Teatro da Autenticidade Com o objectivo de chegar a diferentes públicos, são estas as temáticas das distintas oficinas: Teatro para crianças; Formação Corporal e Combate Cénico; Teatro para adolescentes; Formação Musical “Batucada dando na lata” e Criação Teatral o Teatro da Autenticidade, para actores profissionais e amadores. Com a experiência nestas oficinas, queremos dar a conhecer a “Metodologia do Teatro da Autenticidade”. Em termos de públicos, pretendemos ser o mais possível abrangentes, porque acreditamos que o Teatro é uma excelente forma de crescimento pessoal e de desenvolvimento social. Por essa mesma razão, queremos aproximar a nossa maneira de entender a criação Teatral, tanto a actores profissionais, como amadores. Pois, consideramos esta metodologia, práctica, directa, prazerosa, profunda e uma novidade.
Equipa pedagógica Pepa Díaz-Meco, criadora da Metodologia do Teatro da Autenticidade e responsável pela Oficina de Criação Teatral pela metodogia do Teatro da Autenticidade. Beli Cáceres e José Manuel Graça são os coordenadores do Projecto Global e os responsáveis pelas áreas de Formação Teatral para crianças e adolescentes Onio Díaz, responsável por Formação Musical e Teatro de Rua. Carlos Pereira, responsável por Formação Corporal e Combate Cénico.

Pepa Díaz-Meco

Beli Cáceres

José Manuel Graça

Onio Díaz

Carlos Pereira

Oficina do Teatro da Autenticidade, para crianças O trabalho com crianças é fundamental. Eles são os futuros espectadores e criadores. Da sua formação e primeiras experiências, dependerá muito o futuro das Artes Cénicas. Por outro lado, a experiência e aprendizagem de diferentes habilidades e actitudes brincando ao Teatro é um excelente meio de comunicação e expressão. E ainda, porque as crianças são grandes mestres brincando/ jogando ao Teatro. OBJECTIVOS: : Levar o Teatro aos mais pequenos, como se tratasse apenas de um jogo mais, a partir da metodologia do Teatro da Autenticidade. CONTEÚDOS: • O jogo com os outros. • Aproximação/ Introdução à escuta. • Utilizar o jogo simbólico, como aproximação ao jogo dramático. • O jogo com objectos. • Aproximação à criação teatral.
Oficina de Teatro da Autenticidade para adolescentes Os adolescentes representam outro capítulo, que consideramos prioritário. Encontram-se num momento das suas vidas bastante instável e até possívelmente confuso. É um período onde o mais importante é normalmente o “grupo” e a convivência com o seu próprio “gang”, fora do ambiente familiar. O Teatro da Autenticidade pode ser um modo de promover a confiança em si mesmos, facilitar as relações e conseguir uma visão do mundo e da vida de um prisma diferente, que não o egocêntrico, tão particular a esta idade. OBJECTIVOS: Aproximar os adolescentes ao Teatro desde um ponto de vista lúdico e atractivo para a sua idade, desde a metodologia do Teatro da Autenticidade. CONTEÚDOS: • A escuta. • Cumplicidade com os seus pares. • Aproximação ao personagem através da Máscara neutra. • Aproximação ao “acto Teatral”/ à encenação. • Introdução ao Bufão, como modo de consolidação da confiança com o grupo. • Aproximação/ Introdução à criação.
Oficina de formação corporal 
e combate cénico OBJECTIVOS: O objectivo final é obter capacidades e técnicas para um melhor domínio da luta cénica. CONTEÚDOS: • Que o actor/ practicante tenha uma melhor compreensão e domínio do seu corpo. • Exercícios, movimentos e jogos que potenciam o uso completo do corpo e promovem a consciência da inteligência fisíca e espacial. • Aprender a utilizar técnicas adequadas e seguras na dinâmica do combate cénico: A simulação do combate real em cena e esta consciência no contacto fisíco e na sua simulação.
Oficina de formação musical. 
Batucada com latas. OBJECTIVOS: Esta oficina pretende iniciar todos os que desejem entrar no mundo da percursão, através da teoria e da prática. De uma forma lúdica vamos conhecer os diferentes ritmos musicais. Para além de se pretender um desfrutar da criatividade rítmica, queremos desenvolver: • a escuta em grupo. • o ritmo e o tempo. • a improvisação e o ritmo. • códigos sonoros em grupo. Nesta oficina pode participar um grupo ilimitado de pessoas e de todas as idades. Utilizaremos como tambor diferentes tamanhos de latas e diferentes tamanhos de paus, como baquetas. Com a dinâmica do Bufão faremos diferentes jogos, procurando vários ritmos e a prática da escuta com diferentes deles, com o jogo do líder, por exemplo. Aprender a criar diferentes códigos de som: O apito, “redobles”, etc... Para entender em sincronia e criar uma linguagem com o som dos tambores.
Oficina de criação pelo 
Teatro da Autenticidade 
para actores profissionais 
e amadores Os actores, em muitas ocasiões, estão cheios de clichés e de vícios adquiridos ao enfrentrar-se a uma profissão, que nem sempre os faz crescer.. A metodologia do Teatro da Autenticidade, ajuda o actor a redescobrir o Teatro com outros olhos. Indo à origem e à essência, tanto do “Acto Teatral”, como de si mesmos, como pessoas. Também para todos os que, não sendo profissionais, estão interessados no Teatro como modo de expressão e querem aproximar-se de um ponto de vista lúdico ou formativo. A oficina de Criação desde o Teatro da Autenticidade, supõe uma aproximação à criação de um espectáculo, a partir do zero. Tomando como ponto de partida um “motor” físico, uma imagem, uma ideia, um texto, um poema, etc... passando por todas as fases do processo criativo e utilizando a improvisação e o jogo, como metodologia de trabalho, até chegar ao “levar à cena”/ à Encenação. OBJECTIVOS: • Aprendizagem e conhecimento do processo de criação de um espectáculo, a partir do zero, desde o ponto de vista do Teatro da Autenticidade. • Criação de um espectáculo teatral com três variantes: a) Baseado numa história popular de tradição oral. b) Através da criação de uma história. c) a) Através de uma história real. • Encenação: a) Criando textos próprios através de improvisações. b) Criar o guarda-roupa, cenografia, iluminação, etc. CONTEÚDOS: O Jogo teatral • O jogo através do corpo. • O jogo com objectos. • O jogo com o espaço. • O jogo com os outros. • O jogo com a voz. O ritmo • O ritmo interno. • Cumplicidade através do ritmo. • O ritmo através dos elementos da natureza, de materiais, de côres, como um modo de chegar ao personagem. Improvisação • Improvisação através do ritmo. • Improvisação através dos objectos. • Improvisação com os outros. Dramaturgia • A criação do texto, a partir de um tema concrecto. • O guião do espectáculo. Encenação • Vestuário • Cenografia • Música • Iluminação
Organização Porque se tratar de um projecto completo, sob distintos pontos de vista, e ainda porque se destina a diferentes grupos de pessoas, será importante envolver diferentes áreas de responsabilidade institucional (Assuntos Sociais, Cultura, Educação, Juventude, Desenvolvimento local, etc.). Todas se devem poder envolver de um modo activo e assim, ajudar a facilitar os diferentes meios necessários ao seu desenvolvimento e bom funcionamento. Necessidades logísticas: diferentes espaços para os diferentes espectáculos e oficinas. Para as oficinas: são necessários espaços amplos e iluminados para cada uma delas. Para os espectáculos: preferencialmente o Teatro Municipal, onde se pretende mostrar um espectáculo diário. Disponível para este evento, durante uma semana. Nota: Caso o Município não disponha de Teatro, haverá necessidade de procurar uma alternativa conveniente às necessidades dos espectáculos.
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